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  • Mauricio Pinto

Mudanças? Evolua ou morra!

Você estava preparado para a crise provocada pelo COVID-19? Certamente não! Então saiba de uma verdade, muitas outras crises virão e é provável que lhe afetem de alguma forma. Você pode se preparar ou chorar quando acontecer. O que você pode fazer? Inovar, buscar conhecimentos, sair da zona de conforto, avaliar seu BRANDING, agir preventivamente para evitar surpresas negativas!


Boa parte das empresas clama por mudanças, pelo menos no discurso. Não basta apenas a vontade de mudar manifestada pelos CEO para melhor remunerar o capital dos Acionistas. Houve grande evolução tecnológica nos últimos anos e o mantra agora é fazer as mudanças necessárias para se adaptar ou morrer! Continuar trabalhando do mesmo modo e querer resultados diferentes é loucura, já dizia Einstein, porque os números serão piores e não garantirão nem o presente, nem o futuro das organizações.


As inovações estão aí para quem quiser ver, adquirir, treinar e utilizar. O maior problema entretanto, reside na forte resistência das lideranças, seja no topo ou nas linhas intermediárias, em sair do status quo e das zonas de conforto que fabricaram na linha do tempo para se proteger e manter seus empregos.


A força do hábito impele as empresas a manter "gente de confiança" ao invés de gente capaz de liderar as transformações requeridas pelo negócio. Para evoluir é preciso rever métodos, processos, padrões e rotinas. É imprescindível chacoalhar a empresa, derrubar pilares que não servem mais, questionar os resultados. Adotar uma postura disruptiva, caso contrário nada mudará. As empresas não treinam, não mudam suas abordagens e execução, e reclamam que não conseguem evoluir. Agindo assim claro que não vão evoluir!


Empresa é gente. Gente se move mais ou menos rapidamente se quem lidera é

INS-PIRADOR. PIRADOR porque quem conhece a rotina do negócio sabe que se o líder não estiver presente, pegando junto, ouvindo e ajustando, não há equipe que se mantenha motivada. Por mais autodisciplinada que ela seja. Generosidade gera generosidade, a inspiração vem de quem detém o poder na empresa. E os olhos, ouvidos e boca de quem está na ponta, perto do cliente, são ferramentas maravilhosas para apontar para o que o cliente quer, o que ele não quer e até o que ele não vai querer daqui a pouco e o que ele pode querer. Tudo já está incluído no custo fixo. No valor que você paga para o seu pessoal. Ouvido neles. Agradeça, implemente e reconheça as ideias maravilhosas que eles derem. Agradeça as não forem tão maravilhosas. E patrocine que todos vão a campo, perto de onde o cliente está para, quando ele mudar de ideia, vocês sejam os primeiros a perceber.


TI deixou de ser defesa, controle e proteção para ser ataque. No sentido de conquistar, não apenas proteger, controlar. A área de TI não deve mais reportar para finanças, mas sim para marketing, ou melhor para o CEO. Na verdade TI e marketing hoje são quase a mesma coisa nas marcas mais modernas. Dados são o novo petróleo, e saber utilizá-los faz diferença!


As atitudes das equipes precisam mudar, serem lapidadas. O "fogo amigo" fere e mata as empresas. É tempo de alinhar as organizações com as expectativas de mercado ou assistir concorrentes menores tomarem seus espaços em curto tempo, seja por não enxergar que tudo muda e evolui, seja por "teimosia".


Há casos em que os CEO investem nas mudanças, pedem adesão, mas as lideranças boicotam e detonam as iniciativas, e no final, após "jogarem contra", contam com a anuência desses pelo medo da "perda" de gente que na verdade não está nem aí para o Negócio, e só quer se "garantir no emprego".


Para evoluir é preciso mudar, inovar! A única certeza é que o mundo está em ebulição, constantes mudanças, e manter a mesma atitude é caminhar para o precipício!


Qual é a sua? MUDAR? Então é mais do que hora de agir!


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